segunda-feira, 30 de julho de 2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O CÉTICO E O LÚCIDO...


No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.         
O primeiro pergunta ao outro:       
- Você acredita na vida após o nascimento?        
 - Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui         principalmente porque nós precisamos no preparar para o que seremos mais tarde.        
 - Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
 - Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.     
 - Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.      
 - Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.      
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com    certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
 - Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.       
 - Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não  existe nenhuma. 
 - Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para  ela... 


PENSE NISSO.....      
 A pessoa que escreveu este texto foi muito iluminada.
Eu nunca havia pensado dessa maneira. Adorei a forma utilizada para esclarecer uma dúvida que atormenta a maioria da humanidade.
 Como achar que não exista vida após o nascimento??? Esta questão é a mesma de não acreditar em vida após a morte!!!
 Tudo depende de um ponto de referência. Usar o óbvio para explicar o duvidoso.   

*Aliás... "O que é a vida e o que é a morte?" *

 Mario José Amadigi

ACADEMIA CABENSE DE LETRAS DARÁ POSSE A QUATRO NOVOS MEMBROS NA CÂMARA MUNICIPAL

Por Tereza Soares     
Especial para o Jornal da Calheta
A Academia Cabense de Letras (ACL) dará posse no próximo dia 27 de julho, aos quatro novos membros indicados pelos atuais 15 integrantes da entidade. A solenidade acontecerá na Câmara Municipal do Cabo de Santo Agostinho, a partir das 19h, com apresentação cultural e entrega oficial dos diplomas.

Os novos acadêmicos são o compositor e músico, Domingos Sávio; o poeta e advogado Paulo Alexandre Caminha; o poeta e professor Carlos Silvino e também professor e poeta, Eugênio Paceli. Os novos membros ocuparão as cadeiras, da 16 a 19, ficando a critério deles a escolha de seus patronos. Entre os nomes para patronos indicados pela ACL estão Maestro Miro de Oliveira, John Philip, Júlio Pires, Naziazeno Noya, Manezinho Araújo e Agrício Braz.

Na visão do presidente da entidade, Nelino Azevedo, um dos papéis da ACL é contribuir para a preservação da memória literária e artística da cidade. Segundo ele, “isso implica não só em pensar nos autores do passado, mas também no reconhecimento dos valores atuais que estão recriando a história e a própria cidade”.

Nelino Azevedo lembra que nesses anos de atuação, a entidade deu passos importantes pela valorização literária, a exemplo da realização do Projeto Sexta de Letras, participação da VII Bienal do Livro, lançamento do fanzine literário ‘Café com Letras’, além de ter conseguido uma sede para funcionamento, que está em reforma.

A ACL é formada por poetas, médicos, jornalistas, pedagogos e teatrólogos com cerca de 20 anos de atuação e contribuições na formação do pensamento, ideário cultural e educacional do Cabo de Santo Agostinho. A entidade foi fundada no dia 7 de maio de 2009 e tem como patrona a poetisa cabense Celina de Holanda. Os atuais 15 membros efetivos são: Antonino Oliveira Júnior, Ivan Marinho, Douglas Menezes, Jairo Lima, Frederico Menezes, João Sávio Saraiva, Erivaldo Alves, Natanael de Lima Júnior, Tereza Soares, Vera Rocha, Mário Hélio, Luiz Navarro, Milton Lins, José Ambrósio e Nelino Azevedo, presidente reeleito.

Tereza Soares   é da Academia Cabense de letras

quarta-feira, 11 de julho de 2012

QUEM DOBROU SEU PARAQUEDAS?


Charles Plumb era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte vietnamita”.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão.

Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?”
“Sim, como sabe? Perguntou Plumb”.
“Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
“Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje”.

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se: Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia?
“Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro”. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.

Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua plateia:
“Quem dobrou teu paraquedas hoje?”. Todos nós temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.

Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.

Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu paraquedas, e agradece-lhe. Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez. E manda-a também aos que não o fizeram.

As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu paraquedas com esse mesmo afeto. Todos nós precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão. Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples.
Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um “Eu Te Amo.”.
                                   (Desconheço o autor)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

PENSAMENTOS DE ROBERTO CAMPOS

A brutalidade confiscatória do fisco é um fator sério de retardamento econômico. É francamente de causar indignação ver nédios representantes da burocracia oficial declamando que pagar impostos é 'cidadania'. Cidadania é exatamente o contrário: é controlar os gastos do governo.
Foi precisamente o capitalismo 'selvagem' dos americanos, que fala mais em individualismo que em solidariedade, mais em competição que em compaixão, que se provou o mais 'includente', criando empregos não só para os nativos, mas para milhões de 'excluídos' de outros continentes.
O que certamente nunca houve no Brasil foi um choque liberal. O liberalismo econômico assim como o capitalismo não fracassaram na América Latina. Apenas não deram o ar de sua graça.
Apesar de intransigentemente privatista, advogaria a estatização da pena de morte, que é hoje indústria rentável em Alagoas e na Baixada Fluminense.
O imposto de renda convencional (progressivo em função da renda produzida) é uma safadeza socialista. Pune os cidadãos e empresas mais eficientes e produtivas em função de seu sucesso no mercado. Induz contribuintes a inventar meios de minimizar o confisco, gastando energia na busca de paraísos fiscais ou artimanhas de sonegação.
O Brasil está tão distante do liberalismo - novo ou velho - como o planeta Terra da constelação da Ursa Maior!

terça-feira, 3 de julho de 2012