"É errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante.
O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações." Khalil Gibran
"A Banda de Pau e Corda é um dos mais inventivos grupos musicais brasileiros". (Revista: Crítica).
"Com uma simplicidade que realmente surpreende, esses rapazes conseguem dar um ar de muita intimidade nas suas apresentações, o que acaba agradando aos seus espectadores".
(Revista: Amiga - Ferreira Neto).
"Música séria, feita por gente competente". (Jornal: Última Hora de São Paulo).
"A Banda de Pau e Corda é um dos mais importantes conjuntos da Música Popular Brasileira, especificamente a nordestina, com um tratamento musical e repertórios voltados basicamente para a cultura popular e folclórica. Essas palavras da Comissão de Música do Departamento de Teatro sintetizam a realidade desse grupo". (Folha de São Paulo).
“Dois aspectos, um mais espiritual outro mais técnico, estão admiravelmente bem-colocados, e mais do que vivos, no disco de frevo da estupenda Banda de Pau e Corda...”. (Revista: Som Três - Zuza Homen de Mello).
Vivência
(Waltinho - Roberto Andrade)
Quem nasceu lá e viveu
Crescendo percebeu
O canto do ferreiro
Da casa do doutor
O velho mensageiro
Das cartas de amor
O homem, o vassourão
Limpando o chão da manhã
Sabe, crê e chora
Vive cada hora
No canto do ferreiro
Da casa do doutor
Quem nasceu lá e viveu
Crescendo percebeu
Viu descer o amor
No céu de cada tarde
Encontros nas esquinas
Corridos pra esconder
A moça e a canção
Deixando a graça para alguém
Sabe, crê e chora
Vive cada hora
No encontro nas esquinas
Nas tardes de amor
Quem nasceu lá e viveu
Crescendo percebeu
O sino da capela
Chamando pra rezar
As noites de domingo
As festas do lugar
As rodas de ciranda
E as cantigas de ninar
Sabe, crê e chora
Vive cada hora
No sino da capela
Nas festas do lugar
Sabe, crê e chora
Vive cada hora
Presente na lembrança
Ausente do lugar
Esperança
(Sergio Andrade - Waltinho)
Quem nunca viu regar uma plantação
Há rios de suor neste nosso chão
Se a chuva não caiu do lado de cá
Regar com a água do corpo e não esperar
O tempo aqui não mudou
Só o vento soprou devagar
Pra que esperar se não vem
Pra que dar se não tem
Nem pra olhar
Mas há de vir tempo bom
Aliviando esta dor
Pois quem cultiva a esperança
Rega em seu peito uma flor
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Mas há de vir tempo bom
Aliviando esta dor
Pois quem cultiva a esperança
Rega em seu peito uma flor
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Lálálaila lalaiá lalaiá lalaila lalaiá
Fala João, tudo bem contigo?
ResponderExcluirObrigado pela visita, e pôr ter linkado o Woodstock.
Gostei do blog, muito rico.
Um forte abraço, e volte sempre.
Obs: Vou colar seu link tambem.